Por que fazer exame de HIV?

Aids no Brasil

O Ministério da Saúde estima que 866 mil pessoas são portadoras do vírus HIV no Brasil. Todo ano milhares de pessoas são infectadas e apesar do avanço da medicina, a Aids continua sendo uma doença sem cura e contagiosa.

Por que fazer o exame?

O diagnóstico precoce é um grande aliado no tratamento da aids e pode resultar em uma maior qualidade de vida ao soropositivo e aumenta as chances de o portador levar uma vida normal.

Quando fazer o exame?

Sempre que houver exposição a situações que possibilitem a contaminação. Dentre elas a relação sexual desprotegida, tanto entre pessoas do mesmo sexo, quanto em pessoas de sexo diferente. Também pode haver contaminação por meio do compartilhamento de seringas e reutilização de objetos cortantes.

Importante mencionar que existe um período chamado de janela imunológica, período em que o vírus não é detectável. Importante que se aguarde ao menos 30 adias para que o resultado possa ser confiável.

Exames Laboratoriais

O teste anti-HIV é responsável por detectar se a infecção é ativa ou latente. O mais realizado para diagnosticar a doença é o imunoensaio enzimático (ELISA), teste de triagem diagnóstico padrão. O exame consiste na busca por anticorpos contra o HIV no sangue do paciente.

Quando é detectado algum anticorpo anti-HIV no sangue, é necessária a realização de outro teste adicional para confirmar o diagnóstico, ou seja, é sempre importante haver um segundo teste para que o diagnóstico seja validado.

Os testes de confirmação mais utilizados são o Western Blot, o Teste de Imunofluorescência indireta para o HIV-1 e o imunoblot. Isso porque, algumas vezes, os exames podem dar resultados falso-positivos em consequência de algumas doenças, como artrite reumatoide, doença autoimune e alguns tipos de câncer.

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